PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE EMBARAZADAS DE ALTO RIESGO

Autores/as

  • Lediana Dalla Costa Universidade Paranaense - UNIPAR
  • Caroline Cales Cura Universidade Paranaense - UNIPAR
  • Alessandro Rodrigues Perondi Universidade Paranaense - UNIPAR
  • Vivian Francielle França Universidade Paranaense - UNIPAR
  • Durcelina Schiavoni Bortoloti Universidade Paranaense - UNIPAR

DOI:

https://doi.org/10.5380/ce.v21i2.44192

Palabras clave:

Embarazo de alto riesgo, Perfil de salud, Cuidado prenatal, Embarazadas, Salud de la mujer.

Resumen

El objetivo del presente estudio fue trazar el perfil epidemiológico de embarazadas de alto riesgo atendidas en el Instituto da Mulher, Secretaría de Salud del municipio de Francisco Beltrão. El estudio evaluó 61 archivos, entre enero y junio de 2015. Fue verificado que 82% (n=50) de las embarazadas tenían de 15 a 35 años; 47,5% (n=29) poseía el segundo grado completo; 52,5% (n=32) casado; 62,3% (n=38) del color blanco; 88,5% (n=54) con antecedentes familiares de enfermedad crónica, siendo 63,9% (n=39) con hipertensión arterial; 82% (n=50) con antecedentes personales, sumando 52,5% (n=32) de casos de infección urinaria; 70,5% (n=43) era multípara. El embarazo de riesgo evolucionó hasta cesariana en el 80,3% (n=49) de los casos. Este estudio produjo informaciones respecto al perfil de esta población, lo que permite a los profesionales involucrados en la atención a la embarazada de alto riesgo ejercer un papel fundamental en la reducción de la mortalidad materna. Se concluye que estas embarazadas de alto riesgo aparentemente no presentan perfil diferente de la realidad de otros municipios de Brasil, principalmente cuando la hipertensión fue constatada como factor importante de antecedente familiar, personal y prevalencia actual.

Biografía del autor/a

Lediana Dalla Costa, Universidade Paranaense - UNIPAR

Mestre em Saúde e Gestão do Trabalho, Professora adjunta do Curso de Enfermagem da Unipar e Coordenadora do curso de Graduação em Enfermagem da UNIPAR, Francisco Beltrão, Paraná, Brasil.

Alessandro Rodrigues Perondi, Universidade Paranaense - UNIPAR

Mestre em Saúde e Gestão do Trabalho, Professor Adjunto do curso de Graduação em Enfermagem da UNIPAR, Francisco Beltrão, Paraná, Brasil.

Vivian Francielle França, Universidade Paranaense - UNIPAR

Doutoranda em Nutrição pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil. 

Durcelina Schiavoni Bortoloti, Universidade Paranaense - UNIPAR

Doutoranda em Ciências da Saúde pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Professora adjunta do curso de Graduação de Educação Física da UNIPAR, Francisco Beltrão, Paraná, Brasil.

Citas

Peixoto CR, Freitas LV, Teles LMR, Campos FC, Paula PFD, Damasceno AKDC. O pré-natal na atenção primária: o ponto de partida para reorganização da assistência obstétrica. Rev. enferm. 2011; 19 (2): 286-291.

Carvalho, VCPD, Araújo TVBD. Adequação da assistência pré-natal em gestantes atendidas em dois hospitais de referência para gravidez de alto risco do Sistema Único de Saúde, na cidade de Recife, Estado de Pernambuco. Rev. bras. saúde matern. infant, 2007; 7 (3): 309-317.

Brasil. Brasil incentiva ações e campanhas para garantir pré-natal a gestantes. [Internet] 2011. [acesso em 21 set. 2014]. Disponível: http://www.brasil.gov.br/saude/2011/10/brasil-incentiva-acoes-e-campanhas-para-garantir-pre-natal-a-gestantes

Cavalcante SDO, Dotto LMG, Koifman S, Cunha MDA, Oliveira MFDS, Mamede MV, et al. Atenção pré-natal no município de Rio Branco, Acre: inquérito de base populacional, 2007-2008. Rev. baiana saúde pública 2011;35 (3): 661-675.

Paraná. Secretaria da Saúde do Paraná. O que é a Rede Mãe Paranaense. [Internet] 2015. [acesso em 27 jan 2015]. Disponível: http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=2892

Unicef. Fundo das Nações Unidas para a Infância. Mortes maternas caem um terço em todo o mundo. [Internet]. 2015. [acesso em 19 fev 2015]. Disponível: http://www.unicef.org/brazil/pt/media_18811.htm

Anjos JCS et al. Perfil epidemiológico das gestantes atendidas em um centro de referência em pré natal de alto risco. Rev. para. med, 2014; 28 (2).

Santos EMF et al. Perfil de risco gestacional e metabólico no serviço de pré-natal de maternidade pública do Nordeste do Brasil. Rev. bras. ginecol. obstet, 2012; 34 (3): 102-106.

Domingues RMSM, Dias MAB, Nakamura-Pereira M , Torres JA , d'Orsi E , Pereira APE, et al. Processo de decisão pelo tipo de parto no Brasil: da preferência inicial das mulheres à via de parto final. Cad. Saúde Pública 2014; 30 Sup: S1-S16.

Moura ERF, Oliveira CGS, Damasceno AKC, Pereira MMQ. Fatores de risco para síndrome hipertensiva específica da gestação entre mulheres hospitalizadas com pré-eclâmpsia. CogitareEnferm. 2010 abr/jun; 15 (2): 250-5.

Duarte G, Marcolin AC, Quintana SM, Cavalli RC. Infecção urinária na gravidez. RevBrasGinecolObstet 2008; 30 (2): 93-100.

Brasil. Ministério da Saúde. Gestação de alto risco: manual técnico. 5. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2012.

Assis TR, Viana FPavan, Rassi S. Estudo dos principais fatores de risco maternos nas síndromes hipertensivas da gestação. ArqBrascardiol 2008; 91 (1): 11-17.

Godinho JCM, Silva LP, Freitas ATV, Martins KA, Amaral WN. Ganho ponderal excessivo em gestantes atendidas em serviço público de alto risco. Fragmentos de Cultura 2014; 24 (esp.): 85-95.

Nomura RMY, Paiva LV, Costa VN, Liao AW, Z M. Influência do estado nutricional materno, ganho de peso e consumo energético sobre o crescimento fetal, em gestações de alto risco. Rev. bras. ginecol. obstet, 2012; 34 (3): 107-112.

Publicado

2016-06-24

Cómo citar

Dalla Costa, L., Cales Cura, C., Rodrigues Perondi, A., França, V. F., & Schiavoni Bortoloti, D. (2016). PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE EMBARAZADAS DE ALTO RIESGO. Cogitare Enfermagem, 21(2). https://doi.org/10.5380/ce.v21i2.44192

Número

Sección

ARTÍCULO ORIGINAL