O LEITOR EM MEIO AO CANÔNICO E A MASSA: A INTERTEXTUALIDADE EM LUA NOVA E ECLIPSE, DE STEPHENIE MEYER E EM SUAS ADAPTAÇÕES CINEMATOGRÁFICAS
DOI:
https://doi.org/10.5380/rvx.v1i0.22544Palabras clave:
saga Crepúsculo, cânone, multimodalidades, transposição intersemiótica, literatura de língua inglesa.Resumen
RESUMO: É sabido que obras clássicas da literatura são revisitadas de várias formas, podendo ser usadas como base para adaptações cinematográficas, peças teatrais, dentre outras formas de adaptação, ou ainda, podem continuar em uma mesma mídia, ou seja, sendo adaptadas ou utilizadas como intertexto em um romance. Nesse sentido, podem se encontrar relações entre literatura canônica e literatura de massa, haja vista que essa última, muitas vezes, encapsula obras de autores consagrados para contribuir em sua tessitura. Dessa forma, visto que em dois romances da saga Crepúsculo (Stephenie Meyer), Lua Nova e Eclipse, é neles utilizado, respectivamente, o intertexto com Romeu e Julieta e O Morro dos Ventos Uivantes, o objetivo desse artigo é analisar como tais recursos intertextuais são feitos na mídia escrita para, em seguida, checar como eles são representados nos filmes adaptados. Essa análise será realizada a fim de mostrar a possível influência da literatura de massa e da mídia cinematográfica na formação do leitor. Para isso, utilizar-se-á do aporte teórico de Kristeva (1978), Venuti (2002), Koch (2005), Diniz (2005), Hutcheon (2006), Clüver (1997; 2007) entre outros.
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