AVALIAÇÃO DO SÍMBOLO DE ORIENTAÇÃO NA CARTOGRAFIA TÁTIL
DOI:
https://doi.org/10.5380/bcg.v19i3.33363Keywords:
Cegos Congênitos, Orientação, Percepção.Abstract
A ausência de um padrão na elaboração de mapas táteis influencia nos elementos de
composição cartográfica, que em alguns casos ou são excluídos ou representados
com características relacionadas à visão normal. Assim, o estudo investiga a relação
entre os tipos do elemento orientação do mapa tátil relacionado à mobilidade com
segurança do deficiente visual, visando distinguir a eficácia no processo de
deslocamento. Deste modo, foram realizados experimentos com o objetivo de
analisar dois tipos específicos de símbolos de orientações táteis utilizados no Brasil:
um da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e outro do Instituto
Benjamin Constant (IBC). A escolha das duas instituições se deu porque as outras
formas de orientações utilizadas no país são derivações das mesmas. A atividade
envolveu quatro indivíduos cegos congênitos, e a área para realização dos
experimentos foi o Instituto Benjamin Constant (IBC), no Rio de Janeiro, onde foi
realizado um deslocamento de cada indivíduo da sala de geografia para o mini
auditório a partir de orientações diferentes. Os resultados indicam que a percepção
tátil e o processo de cognição relacionado à construção do mapa mental dos usuários
apresentam influência no entendimento e uso das representações analisadas, a partir
da hierarquização entre os elementos que compõem o mapa, do tempo de
deslocamento e de apreensão tátil do elemento em análise.
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