Corpo, mídia e subjetividade: lutas por reconhecimento na trajetória da cantora Ludmilla
DOI:
https://doi.org/10.5380/2238-0701.2020n20.08Palabras clave:
corpo, negritude, mídia, resistência, subjetividadeResumen
Este artigo pretende, a partir de episódios midiáticos de racismo e do recente processo de transição capilar da cantora Ludmilla, refletir sobre o dimensionamento da mídia, enquanto palco de lutas sociais que revelam embates no que tange a construção de significações e ressignificações dos corpos da mulher negra. Nesse contexto, traz-se para o centro da discussão o cabelo, entendido como elemento corpóreo capaz de revelar imposições e estigmas nos corpos negros ao mesmo tempo em que se constitui como elemento de resistência, onde se insere os movimentos de valorização das texturas naturais crespas e cacheadas. Os procedimentos metodológicos estão baseados em uma teorização acerca dessas questões bem como em uma análise de narrativas midiáticas que buscaram retratar a cantora Ludmilla.
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