Anti-disciplinary perspectives in Applied Linguistics

meanings (de/re)construction and multisituated trajectories

Autores

Palavras-chave:

Applied Linguistics; , multisituated trajectories, Anti-disciplinary perspectives

Resumo

Introduction 

Anti-disciplinary perspectives in applied linguistics: meanings (de/re)construction and multisituated trajectories

Biografia do Autor

Fernando Zolin-Vesz, UFMT

Professor da área de Língua Portuguesa e Linguística no Departamento de Letras da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Santa Maria (2003), mestrado em Estudos de Linguagem pela Universidade Federal de Mato Grosso (2012) e doutorado em Letras e Linguística pela Universidade Federal de Goiás (2015). Tem experiência na área de Linguística Aplicada, atuando principalmente com a interface entre produção de conhecimento na área de estudos da linguagem e (des)colonialidade.

Harold Catañeda-Peña, Universidad Distrital Francisco José de Caldas

Doctor in Education - University of London Goldmiths College. MA - Carthage College

Universidad Distrital Francisco Jose de Caldas, Bogota, Colombia, Languages, Faculty Member

Paula Tatianne Carréra Szundy, UFRJ

Possui graduação em Letras - Faculdades Integradas Teresa Dávilla (1995), mestrado em Linguística Aplicada e Ensino de Línguas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2001), doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2005) e pós-doutorado pelo Kings College London (2015-16), realizado com bolsa de estágio sênior concedida pela CAPES. Atualmente é Professora Titular do Departamento de Letras Anglo-Germânicas e professora permanente do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Linguística Aplicada da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi presidente da Associação de Linguística Aplicada do Brasil nos biênios 2016-2017 e 2010-2011. Tem experiência na área de Linguística Aplicada, com ênfase em formação de professores e seus interesses de pesquisa incluem: ensino-aprendizagem de línguas adicionais, formação de professores, gêneros discursivos e ensino, práticas de letramentos no ensino básico e/ou superior, políticas curriculares e ideologias linguísticas.

Thayse Figueira Guimarães, UFGD

Professora adjunta da Faculdade de Comunicação, Artes e Letras (FALE) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), onde atua como docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Letras, na área de Linguística e Transculturalidade. Licenciada em Letras (2005), possui mestrado (2009) e doutorado (2014) em Linguística Aplicada pelo Programa de Pós-Graduação Indisciplinar da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Realizou estágio de pós-doutorado com bolsa Doutor Recente do CNPq junto ao Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da UFRJ (20142015). Em 2025, foi bolsista de pós-doutoramento no exterior, com financiamento do CNPq, no âmbito da chamada pública MCTI/CNPq n 16/2024 (Processo n 402671/2024-4), desenvolvendo o projeto As imagens das línguas e da interculturalidade no Projeto Escolas Bilíngues e Interculturais de Fronteira (PEBIF) entre Portugal e Espanha. Nesse período, atuou como investigadora visitante no Centro de Investigação em Didática e Tecnologia na Formação de Formadores (CIDTFF), da Universidade de Aveiro (Portugal), aprofundando pesquisas sobre educação transfronteiriça, plurilinguismo e políticas linguísticas em contextos de fronteira europeia. É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq e coordena atualmente os projetos: Repertórios multilingues e multiletrados em situações de ensino de Língua Portuguesa em contexto de fronteira e As imagens das línguas e das relações interculturais na fronteira BrasilParaguaiBolívia. Coordena ainda o Grupo de Estudos em Linguagem e Transculturalidade (GELT/UFGD-CNPq), dedicado a investigações sobre letramentos, identidades, mobilidade linguística, migração, fronteiras e metodologias de pesquisa em contextos linguísticos e culturais diversos. Foi editora-chefe da Revista Raído entre 2019 e 2022 e integra, desde 2022, a Comissão de Diversidade, Inclusão e Desigualdade da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN). Além de sua trajetória acadêmica e científica, é mãe de dois filhos, Melinda (2020) e Caetano (2022), articulando maternidade e vida acadêmica de forma engajada, ética e afetiva.

Referências

BRUMFIT, C. Teacher Professionalism and Research. In COOK, G; SEIDLHOFER, B. (Eds) Principle and Practice in Applied Linguistics: Studies in honor of H.G. Widdowson. Oxford: OUP, 1995, p. 27-41.

CASTRO- GÓMEZ, S. Ciencias sociales, violencia epistémica y el problema de la “invención del otro”. En Lander, E. (Ed.) La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciencias sociales. CLACSO, 2000, p. 145-161.

FABRÍCIO, B. F. Linguística Aplicada como espaço de desaprendizagem: redescrições em curso. In MOITA LOPES, L. P. (Org.). Por uma Linguística Aplicada Indisciplinar. São Paulo: Parábola, 2006, p. 45-65.

FINARDI, K. R.; TILIO, R.; BORGES, V.; DELLAGNELO, A.; RAMOS FILHO, E. (Org.). Transitando e transpondo (n)a Linguística Aplicada. Campinas: Pontes Editores, 2019.

FOUCAULT, Michel. El orden del discurso: conferencia inaugural en el Collège de France, pronunciada el 2 de septiembre de 1970. 23. ed. São Paulo: Loyola, 2013 [1970]. 74 p.

KILOMBA, Grada. Plantation Memories: Episodes of Everyday Racism. Unrast Verlag, 2012.

MELO, G. C. V.; MOITA LOPES, L. P. “Você é uma morena muito bonita” a trajetória

textual de um elogio que fere. In: MOITA LOPES, L. P.; GONZALEZ, C. R.; MELO, G. C. V.; GUIMARÃES, T. (Org.). Estudos queer em linguística aplicada indisciplinar: gênero, sexualidade, raça e classe. São Paulo: Parábola, 2021, p. 132- 155. Edição Kindle.

MOITA LOPES, L. P. (Org.). Por uma Linguística Aplicada Indisciplinar. São Paulo:

Parábola Editorial, 2006.

PENNYCOOK, A. Uma linguística aplicada transgressiva. In MOITA LOPES, L. P. (Org.). Por uma Linguística Aplicada Indisciplinar. São Paulo: Parábola Editorial, 2006. p. 67-84.

RAJAGOPALAN, K. A geopolítica da língua inglesa e seus reflexos no Brasil. In LACOSTE, Y.; RAJAGOPALAN, K. (Org..). A geopolítica do Inglês. São Paulo: Parábola Editorial, 2005, p. 135–159.

RAJAGOPALAN, K. Repensar o papel da Linguística Aplicada. In MOITA LOPES, L. P. (Org.). Por uma Linguística Aplicada Indisciplinar. São Paulo: Parábola, 2006, p. 149–168.

RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Belo Horizonte: Editora Letramento, 2017.

SZUNDY, P. T. C.; FABRICIO, B. F. Linguística Aplicada e indisciplinaridade no Brasil: promovendo diálogos, dissipando brumas e projetando desafios. In: SZUNDY,, P. T. C.; TILIO, R.; MELO, G. C. V. (Org.). Inovações e desafios epistemológicos em

Linguística Aplicada: perspectivas sul-americanas. Campinas: Pontes Editores, 2019,

v. 1, p. 63-89.

SZUNDY, P. T. C.; TILIO, R. On being critical: language ideologies and the (de)stabilization of the colonial logic in a Brazilian education policy. In CASTÃNEDA-PENA, H.; GAMBOA, P.; KRAMSCH, C. (Eds.). Decolonizing Applied Linguistics research in Latin America: moving to a multilingual mindset. Routledge, 2024, p. 54-75.

TANZI, A. N. (Org.). Linguística Aplicada de resistência: transgressões, discursos e políticas. Campinas: Pontes Editores, 2021.

VOLOSHINOV, V. N. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais

do método sociológico na ciência da linguagem. Trad. Sheila Grillo; Ekaterina Vólkova

Américo. São Paulo: Editora 34, 2017 [1929].

Downloads

Publicado

2026-02-24

Como Citar

Zolin-Vesz, F., Catañeda-Peña, H., Szundy, P. T. C., & Guimarães, T. F. (2026). Anti-disciplinary perspectives in Applied Linguistics: meanings (de/re)construction and multisituated trajectories. Revista X, 20(01), 01–09. Recuperado de https://ojs.homologa.ufpr.br/revistax/article/view/103565