REMOÇÃO DE COR DA GLICERINA BRUTA POR ADSORÇÃO EM CARVÃO ATIVADO VEGETAL

Autores

  • Janaína Fernandes Medeiros Editora da Revista Brasileira de Energias Renováveis
  • Jéssica Violin Berni
  • Alexandre Diório
  • Allan Cavke Bergamaschi Saraiva
  • Maria Carolina Sérgi Gomes
  • Nehemias Curvelo Pereira

DOI:

https://doi.org/10.5380/rber.v8i2.65658

Resumo

O biodiesel possui destaque na matriz energética nacional, mas a sua utilização em larga escala gera glicerina de forma demasiada, provocando um problema, caso não seja encontrado um destino para o mesmo. Portanto, para consumir este excedente de glicerina bruta é muito importante o desenvolvimento de tecnologias alternativas e ao mesmo tempo inovadoras, para a purificação e formação de produtos com maior valor agregado, que promovam o aproveitamento e comercialização deste subproduto. Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi o estudo da remoção de cor da glicerina bruta, proveniente do processo de produção de biodiesel, por meio de adsorção em carvão ativado. Primeiramente, foi realizada a caracterização da glicerina bruta, por meio das análises de teor de glicerol, teor de umidade, pH, massa específica, índice de acidez e viscosidade cinemática. No processo de adsorção, foram realizados testes de velocidade de agitação (50, 100, 150, 200 e 235 rpm), efeito do tempo de adsorção (1, 5, 10, 20, 30, 60, 90, 120, 180, 240 e 300 min) e efeito das diferentes concentrações de carvão ativado (5, 10, 30, 50, 70, 100, 150 e 200 g L-1) nas temperaturas de 25, 40 e 60 °C. Os resultados obtidos indicaram que a maior remoção de cor (100%) foi obtida com 200 rpm, 300 min, 60 °C e 150 g L-1 de carvão ativado. Portanto, nas condições avaliadas, o carvão ativado vegetal apresentou potencial para a remoção de cor da glicerina bruta.

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Publicado

2019-03-28

Como Citar

Medeiros, J. F., Berni, J. V., Diório, A., Saraiva, A. C. B., Gomes, M. C. S., & Pereira, N. C. (2019). REMOÇÃO DE COR DA GLICERINA BRUTA POR ADSORÇÃO EM CARVÃO ATIVADO VEGETAL. Revista Brasileira De Energias Renováveis, 8(2). https://doi.org/10.5380/rber.v8i2.65658